7 motivos para você ver Australia?

março 27, 2009 por Asstyle

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1 • Ver a botox da Nicole Kidman gritando em todas as cenas.

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2 • Constatar que mesmo que o ator Hugh Jackman tire aquele cabelo horrivel, sua fantastica atuação em X-man como Wolverine sempre será sua eternal sombra.

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3 • Ver um garotinho aborigene que acredita ser uma mago, tocar o filme inteiro Somewhere Over The Rainbow do Mágico de Oz na gaita e olha que ele nem sabia toca-la.  Aprendeu com os Deuses Australianos no Outback.

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4 • Ver o traseiro mucho de um eremita Australiano balançando pra lá e pra cá durante toda a história, basta alguem estar em perigo e o cara me aparece todo mole, parecendo um maracuja velho.

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5 • Verificar que Nicole Kidman não só está botocada como também não aprendeu a cavalgar. Ana Raio que o diga.

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6 • Ver o filme todo para descobrir que o mesmo não passa de uma cópia barata de “E o vento levou”. Da raiva, mas é engraçado saber que no século 21 as pessoas ainda se preocupam em copiar formulas e arquetipos atrasados de sucesso. Veja o cartaz, só não tem a estatueta do Oscar.

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7 • No começo o filme tem requintes de “The Gods Must Be Crazy” de 1980 só faltou uma garrafa de Coca-Cola caindo do céu. Aqui no Brasil ele levava o nome de Os Deuses Devem Estar Loucos”. Outro filme que com certeza você vai lembrar é “Mogli – O Menino Lobo”.

NA VERDADE, O FILME SERIA ÓTIMO, SE TIVESSE PASSADO ANTES DE “CASA BLANCA” E “E O VENTO LEVOU”.
SEM NOVIDADES, MAS COM MUITAS COISAS ENGRAÇADAS, UM CLASSICO DA COMÉDIA. ENJOY IT!!!

The Golden Age of Wacky Classical LP Covers — Westminster Gold

julho 24, 2008 por Asstyle

Whorf.WalkureFor a period of about six years, during the early to mid 1970s, the cover art on LPs released on the budget Westminster Gold label (part of ABC/Paramount Records) had a kind of silliness not seen before or since. The covers, which featured photographs and photomontages by Christopher Whorf, could be outrageous, sexually suggestive, or just plain inscrutable, but they were definitely attention-getting, and unlike anything else likely to be seen on classical records. Whorf.SchifrinUncle Dave Lewis remembers, “These album covers were all done by Christopher Whorf. Lalo Schifrin once told me that the record companies liked him ‘because he could produce an album cover for about the equivalent of about two dollars.’ Lalo detested Whorf’s concept for one of Schifrin’s albums, titled There’s a Whole Lalo Schifrin Goin’ On.” [The Schifrin album was released on Dot Records, not Westminster Gold.]

There are far too many gems among the covers to fit them into a single blog. They can be sorted into broad categories, and this introduction to an ongoing topical series of Westminster Gold covers offers some of Whorf’s wackiest work — his Just Plain Inscrutable covers.

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Amy Winehouse: Vigiada 24h por dia.

julho 4, 2008 por Asstyle
Amy Winehouse

Amy Winehouse

Amy Winehouse, uma das maiores revelações do pop mundial andou passando dos limites, sendo pivo de mil escandalos e situações de vergonha alheia, seu segundo album “back to black” vencedor do Grammy, relembra muito a sonoridade do Soul de Aretha Franklin, em alguns momentos sua voz nos trás a decada de 40 com o Jazz de Ella Fitzgerald e até o ska de bandas como HepCat e The Specials, Amy é sem duvidas uma grande lead singer.

Executivos da Island, gravadora de Amy Winehouse, cansados com a degradação de sua melhor artista e pelo medo de perde-la, montaram um esquema de segurança para manter a cantora inglesa longe de traficantes e amigos que usam drogas. Amy e sua casa estão sendo vigiadas 24 horas por dia.

O jornal inglês Mirror disse que “Amy está em prisão domiciliar”.

“Ela está sendo vigiada 24 horas todos os dias da semana para que se comporte e fique fora do perigo. Há um segurança de plantão de lado de fora de sua casa para averiguar qualquer indesejável que passe por lá. Daqui para frente, ninguém não autorizado entrará em sua casa”, disse a fonte.

A fonte ainda contou ao Mirror: “eles (os executivos da Island) não querem nenhum traficante se aproximando dela. Amy tem dado os nomes das pessoas que está esperando. Qualquer um que aparecer e não for um convidado será mandado embora. É para para o bem dela.”

por Júlio Abbud (font Terra: Música)

The Moment After The Show: Matthias Willi

julho 3, 2008 por Asstyle
Matthias Willi

Matthias Will

Suor, cansaço e adrenalina, fotógrafo suíço Matthias Willi captou os momentos íntimos das estrelas de rock
logo após sua apresentação ao vivo. Uma série de fotos intitulada
The Moment After The Show: Rockstars exposed.

Apresentando:

Iggy Pop

Iggy Pop

Iggy Pop

Kid Rock

Brian Molko (Placebo)

Joey Castillo

Josh Homme

Nick Oliveri (from Queens of the Stone Age)

Els Pynoo (Vive la Fête)

Mike Patton (Fantômas, Faith No More)

Chino Moreno (Deftones)

Robert Trujillo (Metallica)

Matthew Bellamy (Muse)

Jesse Hughes (Eagles of Death Metal)

DJ Danger Mouse & Cee-Lo (Gnarls Barkley)

Juliette Lewis (Juliette & The Licks)

e muito mais (como Die Ärzte, The Jon Spencer Blues Explosion, filhos e filhas, Soulwax, Mando Diao, as colmeias, Tom Barman, The Young Gods)

Els Pynoo - Vive La Fête

Els Pynoo - Vive La Fête

Além das fotografias originais e inteligentes, Matthias Willi tem um site bem cool.

SORTE E FORTUNA PRA TODOS VOCÊS

Júlio Abbud

Asstyle entrevista: Kadu Abecassis

julho 1, 2008 por Asstyle

Kadu AbecassisKadu Abecassis, 27 anos, passou por seis meses de aulas de violão em conservatório na cidade de Santos antes de conhecer o blues aos 12 anos, quando comprou uma guitarra. Com ela vieram as primeiras bandas e pouco depois já buscou experiências com outros instrumentos. Esse interesse múltiplo também o levou a se formar técnico de som pelo IAV, e posteriormente trabalhar em estúdios de publicidade em São Paulo. Está na banda Pete Hassle and Something Blue desde 2003, na qual é responsável por grande parte dos arranjos. A banda teve seu primeiro disco gravado em 2006 e excursionou pela Inglaterra entre abril e maio de 2007. Foi em outubro do mesmo ano que Mallu Magalhães apareceu no estúdio Lúcia no Céu, e Kadu aceitou o convite de Jorge Moreira para co-produzir os fonogramas. Atualmente, além de cumprir a agenda de shows e gravações com Mallu Magalhães, e da produção de fonogramas publicitários e vinhetas para canais de TV, auxiliou Jorge Moreira na produção do disco “Lado A”, de Claudio Nasci.

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Tilly and the Wall: música caipira moderna com vocal feminino. Pode?

junho 29, 2008 por Asstyle

Primeiro gostaria de informar-lhes que o show do Metric foi muito legal, mesmo com o som baixo, The Go! Team com seu estilo alegre também não decepcionou e o Parque do Ibirapuera me deixou muito feliz, com muita gente bonita, animada e educada, tão educada que no fim dos shows ninguém pediu bis ou coisas do tipo. 

Bom, vamos ao post de hoje:

Tilly and the Wall: música caipira moderna com vocal feminino. Pode?

Claro que pode, tem vocal feminino, meia lua, sapateado, violão, é o novo indie, só ouvindo pra sacar o que estou falando.

Formada em 2001 no condato de Omaha no estado do Nebraska, terra do falecido Elliott Smith, Tilly and the Wall já tem quatro albuns, um EP, é formada pela vocalista e tamborinista Kianna Alarid, a vocalista Neely Jenkins e a sapateadora Jamie Pressnall, ambas remanescentes de uma banda dos anos noventa chamada Park Ave, o guitarrista Derek Pressnall e  o tecladista Nick White fecham o lado masculino da banda. 

Tilly and the Wall

Eles chegaram a levar seu indie e sapatiados ao festival Coachella em 2007 e este ano voltaram a se apresentar e atrairam um bom público enquanto o Of Montreal tocava no segundo palco ao ar livre. Apesar de seus 8 anos de estrada Tilly and the Wall chega ao grande público apenas este ano com seu último album “O” aclamado pela critica e bem recepcionado pelo público jovem.

Neste mês a revista Nylon, especializada em comportamento dedicou 16 páginas de uma de suas materias a bandas do meio underground e Tilly and the Wall estava na página de abertura da materia com o titulo “School of Rock – Why look to London for a summer soundtrack? Tilly and the Wall have cooked one up in our backyard.”, o que demonstra o quão importante esta banda é para a cena atual. Você pode conferir a matéria no link: NylonMag.com

O album “O” ainda não saiu no Brasil, portanto fica uma grana preta mandar trazer da gringa, mas se você tem essa bufunfa pode mandar, você não vai se arrepender, é música boa e sangue novo pra esse seu cd player caindo aos pedaços.

Outras boas surpresas do novo mercado internacional são Reni Lane com um balad pop de primeira, The Virgins, banda  de garagem de New York com som de New York e The Ting Tings, o visual dessa é grotesco e não tem nada haver com o electro rock que eles fazem, mas o som é de pista e da pra dançar. Bom, depois desse monte de novidades, vou pra cama. 

Fuku pra todos vocês.

por Júlio Abbud

Metric no Motomix (Agora eu vou!!!)

junho 27, 2008 por Asstyle

Metric

Eu, um cara que sempre foi atrás de bons motivos para entrar no mundo dos blogs, agora tenho um e o motivo é único: * Metric vem para o Brasil e mais duas atrações internacionais (Fujiya & Miyagi e The Go! Team) , para apresentações gratuitas amanhã no Parque do Ibirapuera em São Paulo. Imperdível, não? Claro que sim pô!

Amanhã estarei lá com toda sede de boa música, alguns trocados para tragos intermináveis e olhos abertos para curtir cada momento dessa raridade. O parque do Ibirapuera é um lugar repleto de gente, areas verdes, pipoquinhas e cajuzinhos, mas definitivamente não é o melhor espaço para um show desses, as vezes é preferível pagar cem reais ou mais para ver uma banda que gostamos num lugar mais intimista, que desembolsar sua paciência e bom gosto n’um lugar gratuito vivendo dramas gratuitos e tendo como equipe de segurança a policia.

Vou no Ibirapuera amanhã porque gosto do som do metric e das outras duas atrações internacionais do Motomix e para conhecer o que de novo há na industria músical brasileira, industria que há muito não me agrada.

Enjoy this fucking good show, mas não beba demais, alguem pode fazer coisas erradas com vocês e não é que vocês estarão pedindo por isso, se é que me entendem.

Metric – Dead Disco

Júlio Abbud